Tales From The Loop: 1ª Temporada - CRÍTICA



Uma série de Sci-Fi voltada para o sentimento humano.
Esta é minha definição para Tales From the loop!
E para isso acontecer a série conta com elementos como viagem no tempo, controle do tempo, existência de mundos paralelos, juntando com temas reais como personagens com problemas na família, como lidar com a perda de um ente querido e sobretudo conviver com a solidão. Traços esses que dão tom para as características em praticamente todos episódios!

A ORIGEM

A história é baseada em uma série de pinturas do artista sueco Simon Stålenhag, nas quais paisagens invernais convivem com robôs e outras estruturas misteriosas. 
O diretor do seriado, Nathaniel Halpern (roteirista de Legion) foi apresentado a elas por Matt Reeves, produtor executivo da série e diretor do inédito "The Batman".
Cada episódio é baseado em uma pintura em especial — e Stålenhag ajudou inclusive no design de pequenos detalhes adicionais que compõem o universo da série.


OS EPISÓDIOS

Os acontecimentos se desenvolvem no estado de Ohio, mais precisamente na cidade de Mercer onde a população vive acima do “The Loop”: uma espécie de máquina criada para desvendar os mistérios do universo. No fundo, o Loop consegue cancelar e até alterar leis do universo.
Mas já deixo claro: O foco é nos personagens e nas experiências por eles vividas. A maioria das coisas que acontecem são consideradas impossíveis, mas a série não se prende em dar maiores explicações.

A cidade é bem peculiar, ao mesmo tempo que em podemos ver robôs e grandes construções de aço, podemos ver que as casas tem uma aparência antiga, celulares parecem não existirem e os lugares onde os personagens frequentam tocam músicas dos anos 50 e 60. 
O visual também é marcante. Alguns cenários dariam ótimas fotos destas que vimos em exposições de arte!

O Loop liga a história em si, mas cada episódio é focado em personagens diferentes (muitas vezes eles aparecem só naquele episódio especifico) onde suas atitudes podem parecer benéficas para si e para quem eles amam, porém sempre acabam tirando algo como contrapartida. 
É a simples lei do retorno.
No elenco podemos ver Abby Ryder Fortson, (Homem-Formiga), Rebecca Hall (Vicky Cristina Barcelona), Jonathan Pryce (Game of Thrones, Dois Papas) e Paul Schneider (Parks and Recreation).


RESUMINDO: É UM SERIADO DIFERENTE!

Diferente de uma maneira boa e ruim. Ao mesmo tempo que os episódios parecem durar anos, uma vez que os personagens divagam entre seus pensamentos e ações, é um seriado com uma sensibilidade incrível que nos faz entrar na pele das figuras que conhecemos. 
Se eu falar que não teve gatilhos para refletir sobre minha própria vida e, até mesmo a chorar, estarei mentindo!

P.S: A série é composta por 8 episódios de 50 minutos cada e está disponível na Amazon Prime Video!
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