Lançamento: O Bom do Vídeogame

Todos nós temos um passado no mundo dos jogos



A década de 90 para alguns foi marcada por bons jogos de vídeogame. 
Super-Nintendo e Mega Drive eram os grandes consoles da vez com diversos títulos, alguns difíceis e outros que você cansava de zerar. Fora que tudo poderia ser resumido em assoprar cartuchos e alugar os mesmos no fim de semana para devolver na segunda-feira.
Horas de diversão garantida que agora foram transformadas em um jogo de tabuleiro nacional, sim, diretamente das nossa terra, uma proposta pra lá de nostálgica para fazer com que o jogador que existe dentro de nós continue empolgado por muito tempo.

O que é O Bom do VídeoGame?

O Bom do Videogame é um jogo de tabuleiro moderno que traz a emoção da locadora para a sua mesa. 
Os jogadores são crianças no início dos anos 90, dividindo suas atenções entre conseguir dinheiro para a diversão, estudar, comprar revistas no jornaleiro, alugar jogos e finalmente, jogar o máximo que puder. O jogo possui uma Grade de Ações que determina quais atividades a criança fará naquela semana. Ela fornece os recursos que os jogadores terão à sua disposição para o fim de semana, como pedir dinheiro para alugar jogos ou ir ao jornaleiro comprar uma revista com um “detonado”. O jogo também simula o relacionamento da criança com seus pais. Pedir dinheiro ou jogos de presente geram promessas de estudo, que atrapalham a jogatina, forçando-o a estudar para ser digno dos benefícios, mesmo que precise deixar o videogame de lado para isso. No final de semana, todos os jogadores podem ir à locadora alugar jogos, que são cartas disponíveis no centro da mesa. 
Pagando uma grana é possível levar um jogo para casa, mas com uma grana a mais, pode levar um lançamento, pois as locadoras cobravam mais caro por esses títulos. Quando outra criança chegar à locadora, ela apenas pode alugar os jogos que restaram porque os alugados já não estão mais por lá. Existe também uma mecânica que permite aos jogadores acordar mais cedo para ir à locadora ou até mesmo dar uma passadinha por lá no meio da semana, garantindo seu aluguel.



Quem desenvolveu o jogo?

Patrick Matheus, co-autor do sucesso Masmorra de Dados, que arrecadou mais de 240.000,00 reais no Catarse nacional, no qual ainda detém o recorde de maior financiamento nacional da área e mais de 1 milhão de dólares no Kickstarter internacional, e co-autor do Gnomopolis lançado em Essen na
Alemanha pela editora Conclave no mais importante evento de jogos de tabuleiro.

André Luiz Negrão, Autor do Curso de Game Design da Game Academy.

O jogo foi desenvolvido a partir do tema, ou seja, todas suas mecânicas foram projetadas para passar ao jogador a experiência mais nostálgica possível. Em uma pesquisa para o Curso de Game Design da Game Academy, onde leciono, li em um livro sobre o processo de criação de Shigeru Miyamoto e Satoshi Tajiri. Miyamoto costumava explorar cavernas na infância, e essa foi uma de suas experiências fundamentais para a criação da série Zelda, enquanto Tajiri gostava de colecionar insetos quando garoto, inspirando-o no conceito de Pokémon. Tendo conhecimento desse processo, comecei a puxar pela memória quais atividades da minha infância poderiam desencadear uma boa ideia de jogo...
André Luiz Negrão



Como faço pra adquirir?

O Bom do Videogame estará disponível para ser adquirido via Financiamento Coletivo a partir do dia 14/08/2019 pela plataforma Catarse. 
A data é em comemoração aos 30 anos da chegada dos videogames 16 Bits ao ocidente, visto que em 1989 o Mega Drive chegava aos Estados Unidos. Nesse formato, os compradores apoiam a causa antecipadamente, garantindo sua cópia do jogo. Com esse apoio, o dinheiro arrecadado será usado para custear parte da produção gráfica e a quantidade de pedidos auxilia na projeção de quantos jogos deverão ser produzidos, facilitando todo o processo de impressão.

Ficou com aquele sentimento de infância?
Para saber mais confira a página do O Bom do vídeogame clicando aqui.
Ou entre contato pelo e-mail: obomdovideogame@hotmail.com
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