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P*rra! Vamos falar do Deadpool

Não adianta, ele é a maior franquia da Fox! Sim, falo do Wolverine!

Atenção: Este texto possui uma série de metáforas carregadas de sarcasmo e muita sinceridade ácida. Então, se o teu coração não aguenta, tá aqui a crítica de O Rei do Show do Hugh Jackman!

Por mais que a gente fique pedindo para os direitos dos mutantes retornarem logo para Marvel (porque ninguém aguenta mais ver a Jennifer Lawrence como Mística boazinha amiga da galera a lá Bruno de Luca, ou o Magneto chorão do Michael Fassbender) a Fox ainda não pretende largar este osso. Até porque o camundongo comprou, mas o processo demora, enquanto isso, ele fica extraindo grana de outras produções, e fazendo coisas que ninguém pediu! (Filme do Han Solo? Oi?)
Mas, vamos ao que interessa, Hugh homão da porra Jackman!

Espera? Sério que não é sobre isso a pauta?
Sério que terei que falar do Ryan Reynolds aqui?
Cara, ele destruiu meu herói de infância!
Ok, ok, os leitores querem! Tá bom!


Vamos ao que interessa (mesmo que isso seja contra minha vontade), falaremos de Deadpool!
Apesar que do personagem eu gosto. #ChupaRyanReynolds (É com Y ou I? Ah! Foda-se!)

Criado por Rob Liefeld (aquele que todo mundo odeia da década de noventa nos quadrinhos) e Fabian Niciesa, Deadpool já esteve associado a grupos como X-force, X-Men, Vingadores e Thunderbolts. Mas se formos entender como ele foi parar no cinema e o porque de tanto sucesso, tudo isso é antigo, e passa também pela trágica carreira do protagonista que desgraçou o meu herói de infância e isso é imperdoável... Ok, foco no Deadpool!

Em agosto de 2014, um vídeo "vazado" na internet mostrava o teste do ator meia boca para o papel do mercenário tagarela, sendo dirigido por Tim Miller com roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick. E a galera, por incrível que pareça, achou tudo aquilo sensacional.
Confesso que até eu fiquei esperançoso com a patacoada. Pois ver um anti-herói falando palavrões, matando sem remorso e quebrando a quarta parede, era o que estávamos precisando para nos dar um ânimo, porque ninguém aguentava mais as piadinhas de terceira série da Marvel e o Zack Snyder, outro filho da p*, cagando o universo da DC. Tá, me exaltei, deixo isso pra outro texto! (Mentira, quem quer falar da DC?)

Logicamente esse teste de Reynolds abriu os olhos da Fox para então dar início a produção do longa sobre Deadpool, e sim, com uma classificação etária maior do que a das outras produções do mesmo gênero. Até porque os X-Men ficam parados, atirando raios um contra o outro, lembrando aqueles Cavaleiros do Futuro, que passava no Bambuluá da Angélica, lembra? Na Globo? 
Não! Ok, depois dá um Google!

Assim, produção acontece em 2015, para que em fevereiro de 2016 chegasse aos cinemas a primeira "aventura" de Wade Wilson, e deu certo! Sucesso de público, crítica, e "puxasaquismo" por parte daquela galera que adora falar: Eu sempre disse que o filme seria um sucesso.
Mentira! Estava junto comigo no grupinho que queria tacar fogo em praça pública no Ryan Reynolds por conta do Lanterna Verde! (Não esqueço porque isso ainda faz parte dos pesadelos dos fãs)

Brincadeira a parte, Deadpool se tornou uma produção importante para o gênero de heróis no cinema, pelo simples fato de não se levar a sério em nenhum momento, sem medo algum de fazer piada com tudo e todos. E nós, espectadores, compradores de quadrinhos, precisávamos desse tipo de narrativa na sétima arte. Era necessário sair das fórmulas que estavam sendo empregadas, ainda que assertivas, pois histórias com um teor mais adulto precisam existir para contemplar um público que não fica preocupado com os cruhes da vida! Sabe aquela galera que paga boletos? Que bebe tentando esquecer os problemas? Que quer socar o chefe diversas vezes quando ele começa a exigir algo que nem mesmo ele pratica, e toda vez que ele abre a boca, com aqueles dentes amarelados dá vontade de...
Foco, foco, foco!

O mercenário tagarela pode ser considerado o filme de super-herói mais carregado de personalidade e singular dos últimos anos. (Mas e Guardiões da Galáxia? No terceiro "Eu sou Groot", já quero atear fogo na árvore e acender um... Marshmallow)
A dose de violência, as piadas carregadas de acidez, conotação sexual, e principalmente a despreocupação em se tornar parte de algo maior, tipo, o universo dos X-Men no cinema (Que é mais bagunçado que brechó de igreja), rendem a este personagem uma vida longa na sétima arte, e por mais que eu deteste admitir, o Ryan Reynolds está competente neste papel. Como se fazer comédia romântica fosse algo grande para o currículo de alguém que participou da destruição do Lanterna Verde nos cinemas e... Respira, respira, sem ódio!
Enfim, o Deadpool é foda pra caralho!
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