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Baywatch - CRÍTICA

E você achava que os créditos iniciais de Deadpool eram bons...

O cinema é uma arte que diversas vezes nos causa o sentimento de espera por algo sério, profundo, carregado de referências. 
Entretanto, em tempos de heróis necessariamente iguais aos quadrinhos e livros adaptados, é preciso de um pouco de diversão. Sem qualquer profundidade ou relevância.
Apenas o riso!

Mitch, o salva-vidas chefe de uma equipe, precisa recrutar novos membros para a elite das praias, mas ao mesmo tempo homicídios começam a acontecer, que podem estar ligados ao tráfico de drogas. Então, cabe ao grupo descobrir quem é o culpado e assim salvar banhistas de um perigo além do mar.

Baywatch se analisado de forma técnica, baseada nas regras do cinema e do que se espera de um filme, é um festival interminável de erros. 
Câmeras mal posicionadas, fotografia amadora, CGI sem renderização, diálogos sem qualquer conexão com a narrativa e personagens mal executados em tela. Sem falar em piadas que se repetem, situações que menosprezam a inteligência do espectador e a total ausência de coerência.

Contudo o que deve ser colocado aqui como ponto principal é a despretensão de ser algo atualizado, carregado de profundidade, para um nova geração se identificar.
Ainda que falhos elementos investigativos se apresentem, inúmeras vezes é possível dar boas risadas, seja com os comentários dos protagonistas com as situações vivenciadas, ou com a falta de preocupação de ser relevante ou politicamente correto!

Grande parte disso é graças a Dwayne Johnson. A cada novo projeto, o The Rock, comprova ainda mais sua simpatia, carisma como protagonista de filmes de ação e comédia.

Baywatch: S.O.S Malibu é despretensioso, sem profundidade ou relevância como obra cinematográfica. Ainda assim é o escape necessário para todo e qualquer cinéfilo. É o respiro em meio a tantos embates heroicos. É aquela risada com o Tio do Pavê que quando você menos espera, já aconteceu.

Nota: 2/5 (Regular)
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